Laços, 2014 (Domenico Starnone)

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Tem imagens que são mais óbvias, iniciantes, que todo jovem ao tentar escrever poemas vai recorrer. É por isso que é tão comum encontrá-las por aí. A dualidade da palavra “nós”, que pode ser a primeira pessoa do plural ou um laço bem amarrado, é uma delas.

Tem aquela música da Fresno, “são muitos enredos enrolados, embriagados, como nós”. E tanto a música quanto o livro de Starnone falam de relacionamentos que de tanto se enlaçarem, apertam-se, sufocam-se, e demandam um pouco de liberdade, um corte abrupto, que deixa marcas.

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